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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Concurso Público aberto pelo IFMT para Professores e Técnico-Administrativo - Salários até R$ 10.028,41

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT realiza Concurso Público com o objetivo de selecionar Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e Técnico-Administrativo em Educação.
As 11 oportunidades para Professores com Graduação ou Licenciatura estão nas seguintes áreas: Administração (2); Arquitetura (1); Biologia (3); Economia (1); Geografia (1) e Língua Portuguesa e Literatura Portuguesa Brasileira (1).

Campus Sorriso (Fonte no link)
Há ainda uma vaga de Técnico-Administrativo em Educação no cargo de Psicólogo, no qual será preenchida por um profissional com Bacharelado em Psicologia.
Dentro do total de funções de nível superior, há vagas exclusivas para candidatos que se enquadrem nos itens que estão especificados no edital disponibilizado nesta página eletrônica.
A remuneração inicial terá valor variável conforme a titulação do candidato que poderá ser de R$ 4.180,66 até R$ 10.028,41, acrescido de auxílio-alimentação, para jornada de trabalho integral de 40h semanais.
Os interessados deverão se inscrever entre 21 de setembro até o dia 15 de outubro de 2017, via internet, pelo site selecao.ifmt.edu.br. A taxa de participação será de R$ 120,00 ou R$ 150,00.
Mais informações no site

Fonte: Adaptação do site PCI

Programa de Pós-Graduação em Geografia da UEM abre processo seletivo para ingresso no Mestrado e no Doutorado

O Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá (PGE-UEM) lançou edital com 36 vagas, sendo 19 no curso de Mestrado e 17 no Curso de Doutorado. As inscrições iniciam-se no dia 23/10 e o prazo expira em 30/11/2017. 
O processo de seleção será constituído de três fases, sendo a primeira fase uma prova escrita de caráter eliminatório, a segunda fase da pontuação do Curriculum Lattes de caráter classificatório e a terceira fase análise do projeto de caráter classificatório. 
O Curso é reconhecido pela CAPES com Conceito 5, o que o coloca entre os melhores do país na área de Geografia. O processo de seleção obedecerá ao cronograma a seguir:
Inscrições Período: 23.10 a 30.11.2017 (via correio, Sedex) 
Divulgação da homologação das inscrições e local da prova 05.12.2017 
Prova Escrita 19.02.2018 - 8h30 – 11h30 
Correção Prova Escrita e Pontuação Curriculum Lattes 20 – 22.02.2018 (Comissão Seleção)
Pontuação Projetos 20 – 21.02.2018 (Orientadores) 
Divulgação Resultado Preliminar 23.02.2018 (Comissão Seleção) 
Divulgação Resultado Final 28.02.2018 (Homologação – Colegiado do PGE).

Para se inscrever e acessar mais informações, clique no link do PGE



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

OBSERVATÓRIO NACIONAL abre inscrição para seleção de mestrado e doutorado em Astronomia e Geofísica

O Observatório Nacional está com as inscrições abertas para seleção aos cursos de pós-graduação em Astronomia e Geofísica, Mestrado e Doutorado, para ingresso no 1º semestre letivo de 2018.
Fonte: ON
Para Astronomia, as inscrições para a seleção para mestrado terminam em 10 de novembro e para o doutorado, em 17 de novembro. Podem se inscrever para a seleção graduados em Astronomia, Física, Matemática e áreas afins.
Para Geofísica, as inscrições para a seleção para mestrado e doutorado terminam dia 30 de novembro. Podem se inscrever nos cursos de mestrado e doutorado em Geofísica graduados em Geofísica, Geologia, Física, Matemática ou áreas afins (ciências exatas e engenharias).
No mês passado, a Pós-graduação em Astronomia do Observatório Nacional recebeu nota 6 na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação (MEC). A Pós-Graduação em Geofísica tem nota 4, numa escala que vai até 7.
Para mais informações, os interessados devem acessar os editais:

Fonte: ON

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

DOSSIÊ "ESCOLA SEM PARTIDO". LEITURA OBRIGATÓRIA

Acaba de ser publicado o Dossiê Escola sem Partido e Formação Humana.  Pedimos que divulguem esse Dossiê, pois ainda é escassa a discussão acadêmica sobre esse projeto conservador que avança por todo o país. Esperamos ter contribuído em alguma medida para essa discussão.




Fênix – Revista de História e Estudos Culturais (Volume 14, Ano XIV, Número 1 – Janeiro / Julho – 2017).


Na lateral esquerda, clicar em "Dossiê".


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Relatório da OXFAM "Uma economia para o 1%" é apresentado em DAVOS

Fonte: https://cdn.thinglink.me/api/image/827328998940868608/1240/10/scaletowidth


A OXFAM trata de questões humanitárias e luta contra a desigualdade ao incentivar mudanças necessárias para a redução da pobreza e desigualdade e a promoção da justiça social. Ela produziu um relatório que foi apresentado em DAVOS e repercutiu mundialmente pelo trabalho, mas sobretudo pelos dados demonstrados. Uma economia para o 1% ilustra o aumento da desigualdade no mundo e especifica como o Capitalismo, em seu atual estágio, beneficia meia dúzia de indivíduos. No Brasil, seis indivíduos concentram mais capital do que 100 milhões de habitantes juntos. Há a evidente demonstração de que o mundo passa por um processo ainda maior e mais acelerado de concentração de riqueza, em que os ricos se tornam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, em uma espécie de drenagem de renda "para cima".
Para a entidade, "em diferentes setores da economia global, empresas e pessoas muitas vezes usam seu poder e posição para garantir ganhos econômicos para elas próprias. Mudanças ocorridas nas políticas econômicas nos últimos 30 anos – como as decorrentes da desregulamentação, da privatização, do sigilo financeiro e da globalização, especialmente do setor financeiro – potencializaram a velha capacidade dos ricos e poderosos de usar sua influência para concentrar ainda mais sua riqueza. Essa agenda política tem sido essencialmente impulsionada pelo que George Soros descreveu como “fundamentalismo do mercado”. Esse fenômeno constitui, em grande parte, o cerne da crise de desigualdade dos nossos dias. Sua consequência é que as recompensas usufruídas por poucos não representam, em muitos casos, retornos eficientes ou justos".
De modo geral, o capital financeiro ajuda a desencadear esse processo de concentração, uma vez que há uma especialização cada vez maior de indivíduos que protegem os donos da riqueza, bem como as aplicações são direcionadas para fundos e ações, em boa parte das vezes, desvinculadas do setor produtivo. Além disso, o uso da influência dos mais ricos contribui para que a apropriação e aumento das fortunas sejam ainda maiores e mais elevados. Ao ler o documento, percebemos que há um movimento mundial de inflexão dos programas governamentais que beneficiaram os mais pobres no início do século, o que também contribui para essas disparidades. No Brasil, por exemplo, de acordo com o relatório, a classe trabalhadora foi contemplada com o aumento de renda nas últimas duas décadas, fruto de governos que viabilizaram algumas políticas para os mais pobres. No entanto, não existiram ações que aproximassem os mais ricos dos mais pobres, pois, ao passo que os mais pobres saíram da extrema pobreza, os ricos tornaram-se ainda mais ricos. A altíssima concentração foi fator decisivo para que houvesse a ruptura democrática e os discursos pró-capital imperassem de forma alienante e alienada, usando, a partir da mídia, a parcela mais pobre para defender os mais ricos, em uma espécie de bizarrice. A disparidade de renda reflete ainda sobre algumas outras grandes desigualdades que temos que enfrentar, uma vez que, conforme a pesquisa, as mulheres ganharão como homens só em 2047, e os negros como os brancos em 2089.
O resultado disso é uma ampliação das desigualdades gerais e o deslocamento de mais indivíduos pelas camadas mais baixas de renda. Na mesma direção, houve a destinação das políticas públicas para beneficiar os mais ricos do país e, sobretudo, as grandes multinacionais de fora do país, colocando-nos em uma situação de retrocesso, pois havia algum avanço de políticas públicas para a população nos últimos anos. Percebemos que há um movimento mundial nesse sentido, com a utilização dos meios de comunicação de massa para a alienação da população, pois isso garante a reprodução ampliada do capital por aqueles que já o detém. Harvey, no livro "17 contradições e o fim capitalismo" aborda como o Estado legitima e apoia a acumulação por espoliação: a transformação de direitos coletivos à terra e a outros valores de uso (moradia, saúde, educação etc.) em propriedade privada, de acesso desigual e regulado pelo capital em mercados que, muitas vezes, foram criados mediante violência, corrupção ou legalização do que já foi ilegal. Sua forma atual é o neoliberalismo, que justifica “tecnicamente” a privatização e a austeridade".  O relatório evidencia algumas dessas contradições que tem como resultante o caos econômico e o sofrimento da maior parte da população mundial. Além disso, Harvey ilustra teoricamente de forma coerente o que tem acontecido no mundo e, de forma específica, podemos destacar o que acontece com o nosso país, em um movimento de inflexão e, consequentemente, uma guinada ultraliberal, que pode jogar para mais adiante as possibilidades de igualdade entre mulheres e homens e negros e brancos.
As saídas passam por criar alternativas, pois como disse Rob Riemen, "a classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, pois ela é a crise". É preciso, em primeira instância, incentivar a população a deixar de acompanhar os meios tradicionais de telecomunicação que cria a desgraça cotidiana para manter os indivíduos com a falsa sensação de que estão isentos. Em outras palavras, o sujeito vê a desgraça alheia e pensa: "pelo menos não é comigo", ou "pelo menos não aconteceu em meu país, cidade, bairro...", então tenho que render graças por estar vivo. A operação das informações e sua disseminação por economistas de mercado tendem a autoafirmar e tentar justificar as benesses do capital e da viabilização dos recursos públicos para o mercado, quando sabemos que trabalham ardilosamente pela economia para o 1%.
Em segundo lugar, como dizia Tomas Pikketty, é necessário taxar os ricos e fazer com que eles paguem a conta, de modo a amenizar os verdadeiros assaltos aos trabalhadores. Para isso, é necessário reestabelecer a democracia, no nosso caso, e, em todos os casos, conduzir ao poder governos que estejam descolados dessa lógica, ou seja, na contramão do que estamos assistindo no mundo.
Em terceiro lugar, é necessário criar práticas subversivas e de resistência, a partir de lutas que possam convencer a população do que de fato é importante para que possam ter uma vida digna. Isso passa pela erosão da propriedade privada e a conquista de direitos aos trabalhadores.
Por fim, viabilizar cada vez mais trabalhos como esse, na incansável luta de usar a ciência para demonstrar as perversidades existentes nas organizações e instituições, que usam de  fundamentalismos a técnicas de ponta para manutenção do status quo.  Nesse caso, além de demonstrar ao mundo "pra onde estamos indo", é preciso desmistificar e atuar de forma decisiva sobre questões relacionadas ao combate à fome e à pobreza, combate à violência, preservação do meio ambiente, entre outros.

O relatório na íntegra pode ser acessado no link (cliqueaqui). 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

SESC RJ ABRE VAGA PARA PROFESSORES. SALÁRIOS DE ATÉ R$ 15.993,86

O SESC Rio de Janeiro abriu concurso para professores de diversas áreas. O detalhamento segue: 
INFORMAÇÕES SOBRE A VAGA







Cargo: Professor



Tabela I


Disciplinas
Artes – Artes Cênicas
Artes – Artes Visuais
Artes – Música
Biologia
Educação Física – Desportos
Educação Física – Lutas
Espanhol
Filosofia
Física
Francês
Geografia
História
Inglês
Língua Portuguesa
Matemática
Química
Sociologia


Número de vagas: Cadastro Reserva, com possibilidade de contratação imediata em 2018 para professor não residente ou para professor residente (dedicação exclusiva).


Pré-requisitos mínimos e atribuições do cargo, por disciplina: ANEXO II do Descritivo.


Em caso de contratação para professor não residente:

Carga Horária: 40 horas semanais, sendo 4 horas de plantões de finais de semana, em regime de escala.
Salário (bruto): R$ 11.631,90 (onze mil seiscentos e trinta e um reais e noventa centavos).


Em caso de contratação para professor residente (dedicação exclusiva):

Carga Horária: 44 horas semanais, com possibilidade de plantões em finais de semana e feriados.

Salário (bruto): R$ 15.993,86 (quinze mil novecentos e noventa e três reais e oitenta e seis centavos).

Local de trabalho: Escola Sesc de Ensino Médio -  Av. Ayrton Senna, 5.677 / Jacarepaguá - Rio de Janeiro.

Benefícios: Vale Transporte (nos termos da Lei 7.418/85 e seu regulamento, Decreto 95.247/87), Assistência Médica (com participação financeira do empregado e do empregador), Assistência Odontológica do Sesc, Alimentação subsidiada, Auxílio Creche, Complementação do Auxílio-doença, Plano de Previdência Complementar Privada (BrasilPrev), com participação financeira paritária do empregado e do empregador, Bolsa de Estudos para formação continuada e de aperfeiçoamento profissional, e Academia interna gratuita.

Outras Informações: Estacionamento gratuito no local, para os empregados do Sesc.

Disponibilidade para viagens de formação e/ou acompanhamento de alunos.

Inscrições:

Edital

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES NA UNIFAL (MG) - SALÁRIOS DE ATÉ R$ 9.570,41

Foi publicado edital do concurso público para docente na Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG), no Campus Santa Clara.


O curso de geografia da Unival-MG busca formar profissionais aptos a realizar pesquisas, investigações acadêmicas e a promoção do ensino de geografia. O curso foi implantado em 2007 e conta com mestres e doutores de sólida formação de forma a garantir a excelência do ensino.
O curso visa aplicar os pilares da instituição: ensino, pesquisa e extensão promovendo, assim, um ensino de qualidade aos graduandos, o incentivo à investigação científica e o apoio à comunidade local. Sendo assim, a UNIFAL-MG forma profissionais capacitados, no plano científico e técnico, e cidadãos conscientes de suas responsabilidades individuais e coletivas na sociedade contemporânea.
São oferecidas duas modalidades: bacharelado e licenciatura. O bacharel em geografia estará apto a trabalhar como técnico em áreas emergentes no campo da Geografia em função dos avanços teóricos e geotecnológicos, na avaliação de impactos ambientais e na pesquisa, contribuindo para a geração e construção do conhecimento na área da Geografia. Já o licenciado em geografia estará apto a atuar no exercício da docência nos níveis de ensino fundamental e médio, na pesquisa e na gestão do território.
Para o concurso atual está aberta uma vaga para 40 horas de dedicação exclusiva.
Inscrições de 23/08/2017 a 21/09/2017 (online)
Área: Ensino de Geografia
Escolaridade: Licenciatura em Geografia e Doutorado em Geografia ou Educação.
Início do concurso: 16/10/2017
Edital completo (105/2017) e demais informações em: http://www.unifal-mg.edu.br/progepe/105_2017
Site do curso da Geografia UNIFAL: http://www.unifal-mg.edu.br/geografia
Parte do texto retirado do site MundoGeo

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Convite: Audiência Pública sobre Justiça Restaurativa






Hoje, dia 22.08, terça-feira, às 19h00, no Plenário da Câmara Municipal, ocorrerá a Audiência Pública sobre Justiça Restaurativa, convocada pelo mandato do Vereador Carlos Mariucci, PROPAZ-UEM e Fórum de Práticas Restaurativas de Maringá e Região. A Audiência Pública tem por objetivo apresentar a proposta de Lei Municipal que institui as práticas restaurativas enquanto política pública, em Maringá. Contamos com todos e com todas! Maringá, Cidade Restaurativa, Cidade de Paz. Rumo à Rede de Cidades de Paz!

sábado, 19 de agosto de 2017

IFSC ABRE NOVO CONCURSO PARA DOCENTES E TÉCNICOS. SALÁRIOS ATÉ R$ 10.043,67

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC) realiza Concurso que visa preencher 58 vagas para Professor da Carreira de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnólogo, e em cargos Técnico-Administrativos em Educação níveis C, D e E.


As oportunidades ofertadas para Docente são nas áreas de: Biologia Geral (2); Design de Produtos (1); Educação Especial (1); Eletrônica Geral (1); Engenharia Rural (2); Informática (12); Instrumentação Eletroeletrônica (1); Manutenção Mecânica (2); Pedagogia (1); Português (5); Produção Animal (1); Projetos de Estruturas de Construção Civil (2); Projetos Mecânicos (2); Química Geral (4); Saneamento (1); Sistemas de Controle (1); Sistemas de Potência (3); Sistemas Térmicos (2); Vestuário com ênfase em costura (1).
Já para os cargos de Técnico-Administrativos em Educação as oportunidades são de: Assistente Social (1); Médico Clínico Geral (3); Odontólogo (1); Psicólogo (1); Técnico em Assuntos Educacionais (1); Técnico de Laboratório: Eletromecânica (1); Técnico em Secretariado (1); Técnico em Tecnologia da Informação (1); Assistente de Aluno (2); e Auxiliar de Biblioteca (1).
Neste caso, as oportunidades exigem ensino Fundamental, Médio e Superior, e estão distribuídas entre os Campi de Caçador; Canoinhas; Florianópolis; CERFEAD - Florianópolis; Itajaí; São Miguel do Oeste; Chapecó; Lages; São Lourenço do Oeste; Urupema; Xanxerê; Jaraguá do Sul - Rau; Tubarão; São Carlos; Criciúma; Joinville; e Gaspar.
Os salários, compostos por vencimento básico e auxílio alimentação, podem variar de R$ 2.403,07 a R$ 10.043,67, para jornadas de 40h ou em Dedicação Exclusiva.
As inscrições podem ser realizadas no período de 22 de agosto de 2017, a 26 de setembro de 2017, por meio do site www.ifsc.edu.br. Depois, é preciso imprimir e pagar o boleto bancário, os valores variam de R$ 60,00 a R$ 120,00. (Texto retirado da página do pciconcursos). 
Mais informações podem ser acessadas em: http://www.ifsc.edu.br/concurso2017

terça-feira, 8 de agosto de 2017

UMA INJUSTIÇA REPARADA: “EX-REITOR PROF. COLOMBO”

Texto dos nossos companheiros:


O MM. Juiz Dr. Sérgio Moro em 07.08.17 emitiu sentença sobre a Operação Sinapse, e se manifesta em relação ao Prof. Dr. Irineu Mario Colombo, ex-Reitor do IFPR, que solicitou a investigação na EAD em 2011, no exercício do cargo, da seguinte maneira: “(...) absolver, nos termos do art. 386, VII, do CPP, de todas as imputações contidas na denúncia...”, conforme AÇÃO PENAL Nº 5037410-53.2013.4.04.7000/PR da Justiça Federal. 

Isso representa dizer que o ex-Reitor legitimamente eleito pela comunidade do IFPR, no exercício do seu mandato, foi humilhado e execrado por lideranças políticas e sindicais conservadoras, mas ditas progressistas, com todas as formas de pressão e articulações para a suspensão do seu mandato na formação de opinião pública interna, devido a interesses de grupos.

Retifique-se: o ex-Reitor Irineu Colombo denunciou o esquema das Oscips em parceria com a EAD do IFPR em 2011 ocasionando a investigação chamada Operação Sinapse: foi afastado do cargo por força judicial, transformado em réu e com uma exposição pessoal, familiar e profissional humilhante pelo motivo de ter elaborado um livro paradidático para a EaD, de acordo com a solicitação pedagógica, tendo recebido pró-labore pela autoria no valor de R$ 3.118,30. Esse foi o motivo que injustamente fora afastado do IFPR. Mesmo alegando que se tratava de um valor recebido por conta de um trabalho feito, foi tratado com culpa e julgado antes da hora. Além disso, humilhado, desonrado e marginalizado no meio escolar/acadêmico e na Rede Federal pela sua visibilidade à época. 

Em tempos hodiernos em que as relações e as informações tornam-se fulgazes e líquidas, injustamente o afastaram do cargo e o desqualificaram em uma trajetória profissional e acadêmica enquanto servidor público federal desde 1991. Colombo é Pós-Doutor em História da Educação (UFPR) e Doutor em História Social (UnB). Atualmente é professor de História do campus Pinhais, mas tem larga experiência profissional no magistério. Foi vereador, deputado estadual e deputado federal sendo relator responsável pela aprovação da transformação do CEFET/PR em Universidade Tecnológica do Paraná (UTFPR); no congresso foi relator do Programa Universidade para Todos (Prouni). Ocupou cargos de relevância no MEC; criou a Diretoria de Articulação e Projetos Especiais. Foi responsável pela implantação da supervisão ao Programa de Expansão da Educação Profissional (PROEP). Foi responsável pela concepção e implantação do Programa Brasil Profissionalizado, para apoiar melhoria na gestão, formação, avaliação e construção de novas escolas técnicas de nível médio aos estados brasileiros. Ajudou na elaboração do projeto que criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, tendo participação direta na criação do Instituto Federal do Paraná, Instituto Federal do Mato Grosso do Sul e no Instituto Federal de Rondônia. Além disso, pela sua atuação no MEC, na gestão da expansão da Educação Profissional e Tecnológica, foi agraciado pelo Ministério com uma das mais altas comendas, a Medalha Nilo Peçanha em 15/12/2010. Há também questões que poucas pessoas sabem: durante sua estada no MEC foi o relator da criação do IFAL e do “IFPR”.

Possui erros e dificuldades como qualquer gestor, mas manteve-se sempre honesto e íntegro. Porém, é certo que muitas dificuldades marcaram sua gestão desde greves a escassez de recursos entre outros, como resultado de todo processo educacional, pois há muito que ser feito. O Instituto é uma autarquia dinâmica, em construção, voltado à sociedade enquanto bem coletivo e público. No entanto, algumas conquistas coletivas sob seu comando são importantes registrar, mesmo com momentos tão conturbados da sua gestão: organizou e elaborou o conjunto de normativas e documentos institucionais do IFPR; criou e regulamentou conselhos, comitês, comissões e demais instâncias de gestão participativa e democrática; ampliou para 25 unidades ou campi tornando-se um dos maiores e mais influentes da Rede; construiu e entregou 18 prédios escolares em fase final de acabamento à época; instituiu o maior programa de acervo bibliográfico de referência na Rede; cedeu e regulamentou a estrutura predial e a sede do campus Curitiba; estabeleceu a política de inclusão com 80% de vagas para cotistas sendo a maior referência de inclusão na Rede à época; manteve e ampliou Programas sociais aos movimentos sociais, entre várias parcerias, como o ARCAFAR; equipou com recursos financeiros a infraestrutura e equipamentos dos laboratórios dos cursos técnicos e tecnológicos e de licenciaturas nos diferentes eixos e áreas em todo Instituto; fez inúmeras parcerias no interesse público, desde a capacitação, o incentivo à pesquisa entre outros; autorizou a criação de cursos com simultaneidade, de acordo com o itinerário formativo, dos cursos FIC à pós-graduação; criou o maior Programa de bolsas e auxílios que o IFPR já disponibilizou aos estudantes pela Assistência Estudantil; implantou as políticas de inovação no IFPR e os eventos do SE²PIN, Encontros de Organização do Trabalho Pedagógico da PROENS, GT Pessoas e uma gama de eventos ocorridos durante a gestão; fez concursos em todas as áreas ampliando majoritariamente o número de servidores e concedeu DE, no direito de todos os servidores docentes à época, entre muitas outras ações.

Portanto, nos autos, antes da sentença final expressa pelo DD. Sr. Juiz o próprio Ministério Público Federal destacara que “o pagamento em questão teve causa lícita, motivo pelo qual pede-se a absolvição”. Neste momento é com alegria, que se dirige a comunidade escolar e acadêmica do IFPR, apesar do imenso atraso e sofrimento pessoal, familiar e transtornos profissionais, para comunicar por transparência que a Justiça Federal emitiu sentença sobre a Operação Sinapse absolvendo-o completamente e reparando injustiça.⁠


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Palestra sobre Geografia: Atuação, prática e inovação

Ontem, dia 01 de agosto, tive a honra de ministrar a palestra "Geografia: atuação, prática e inovação", na Universidade Estadual do Paraná (Campus Campo Mourão). 

Foi uma honra por ter sido a primeira instituição pública em que tive a oportunidade de lecionar, o que remete para lembranças importantes na trajetória e carreira acadêmica a que propomos seguir. Foi interessante, pois revi os amigos e o engajamento na produção do conhecimento e na formação de professores, papel tão importante e de ímpar significação em tempos de retrocesso social e retorno ao tecnicismo. 

Oportunamente, trabalhei com as perspectivas e experiências que tivemos depois que saímos de lá. Na atuação como docente no ensino médio e técnico, passamos por entraves e complexidades, uma vez que não é possível reproduzir o status quo de um processo educacional que é opaco e ineficiente. A estrutura da rede federal, por exemplo, possibilita múltiplas formas de pensar e fazer pedagógico, uma vez que a "autonomia universitária" viabiliza a criatividade e a implantação de novas formas e processos educacionais. Em outras palavras, é papel docente atuar na busca de profícua formação em termos de didática, mas é essencial que o currículo faça parte de uma discussão permanente. Não há, em tempos extraordinários como vivemos, chance para repetirmos a mesmice em termos pedagógicos e reproduzir os modelos que visam a oferta formativa para o chão de fábrica. Afirmamos, desse modo, que a educação deva seguir os ditames da carta magna, em termos de formação para a cidadania. 

Parece jargão corriqueiro "formar para a cidadania". Porém, sabemos que é discurso apropriado pelas mais diversas instituições, quando na verdade, a ideia é seguir os ditames de um ideário construído no cerne do sistema produtivo e formação cultural embutida: seguem os ideais de formar para os testes, para os vestibulares, para serem "o melhor", para conseguirem uma vaga no "mercado de trabalho". É uma falácia, pois sabemos que os números da educação brasileira ilustram a falência desse modelo: docentes e crianças tomando "de ritalina pra cima"; os estreitos portões das universidades ditando os que entram pela meritocracia e os que não entram pela incompetência, quando sabemos que, mesmo que desconsiderássemos essas esdrúxulas variáveis, não teria vaga pra todo mundo. Em outras palavras, a escola tradicional brasileira "forma" para o sujeito passar nos vestibulares, mas pouco mais de 15% adentram os portões do ensino superior e os demais ficam de fora. 

Devemos, assim, pensar uma educação holística que instrumentalize o sujeito para o mundo da vida, logo, viabilize uma formação cidadã. O cerne dessa mudança de paradigma deve ser a discussão sobre currículos críticos e pós-críticos. Logo, é necessário mudar a estrutura escolar não apenas na forma de atuação docente, mas em termos de método. A discussão sobre currículo pressupõe a discussão de método. É necessário discutir qual o modelo de sociedade que se quer, para esboçar um perfil de egresso que atenda esses anseios. Ao ignorar qualquer discussão sobre neutralidade, assumimos que o currículo não é neutro, logo, é carregado de intencionalidade pedagógica, política, ideológica e cultural. Essa intencionalidade deve ser explicitada, uma vez que o conhecimento historicamente produzido já mostrou que a educação não pode ser tratada como mercadoria e seu resultado não pode ser para a produção de um exército industrial de reserva. Portanto, devemos fomentar a educação para além do capital, como teoriza Mészáros, pois, essencialmente, o mundo passa por alterações significativas no bojo da pós-modernidade. 

Para isso, é necessário despir-se das ilações subservientes do sistema produtivo e pensar de forma holística em uma aprendizagem emancipatória. Logo, é essencial retomar Paulo Freire, Moacir Gadotti, Pierre Bordieu, Michel Foucault, Zigmunt Bauman, Milton Santos, István Mészáros, entre muitos outros, que, para além de discutir educação, discutem sociedade e, para além de discutir sociedade, trabalham com as múltiplas escalas e relações que perpassam a complexidade humana e socioespacial. A escola, como uma das basilares estruturas e, digamos de passagem, uma das instituições que menos mudou, deve passar por um processo de mudança, para, minimamente, acompanhar as novas dinâmicas por que passa nossa sociedade. 

Nessa lógica, não dá mais para afogar a culpa do fracasso escolar na estrutura ou no "sistema". É necessário que os professores assumam o protagonismo como co-responsáveis pela tragédia. Ao assumirmos, teremos a tranquilidade para debruçar sobre novas formas de encarar a dimensão do global que se reflete no local, como dizia Milton Santos, e, imperativamente, alterar de forma definitiva os processos pedagógicos e educacionais. Essa alteração, necessariamente, passa pela necessidade de um professor que consiga fazer uma leitura dialética e mude a forma de atuação, que passa da viabilidade do ensino, que é formal e burocrática e passe para viabilizar a aprendizagem, que é a extrema necessidade das gerações que estão chegando. Em outras palavras, no bombardeamento da informação, na mídia e nos livros didáticos, não é garantida a aprendizagem, uma vez que essa passa pelo fazer. É preciso produzir encantamento e montar escolas que os estudantes sintam-se agentes do processo de formação, transformação e produção do conhecimento. Logo, é necessário colocá-lo em constantes desafios, que inclui a "reinvenção da roda". Portanto, aproveitamos o conhecimento historicamente produzido como essencial no papel da mediação do conhecimento, no entanto, criamos esteiras para que a pesquisa e a investigação científica faça parte do cotidiano dos estudantes, não como receptores, mas como produtores. 

São inúmeras receitas, mas destacamos a pedagogia por projetos como uma das proposições de vanguarda neste processo. Ao considerarmos que o público alvo é heterogêneo bem como possui angústias e necessidades múltiplas, devemos mudar a relação tempo-espaço de aprendizagem, possibilitando tempos e diversificações na forma de aprender. O caminho é conciliar as temáticas ao arranjo social e produtivo local, na perspectiva de ignorar as práticas que consideram o sujeito como tábula rasa e inverter a lógica, em que o sujeito possui vivência, história, processo e conhecimento suficiente para somar ao conhecimento dos demais colegas e, a partir da mediação, produzir uma simbiose com o conhecimento historicamente produzido, como dizia Saviani. 

Ao realizarmos essa experiência por quase dois anos, percebemos avanços significativos em termos de produção do conhecimento. Tivemos estudantes mais criativos, sociáveis, cidadãos e emancipados, na construção de sujeitos de sua própria história. Como nossa área de formação e atuação é a geografia, começamos a ver a geografia em tudo. A ciência que mais estuda e entende de mundo, serviu como luva em projetos diversos com as mais variadas temáticas. Foi necessário despirmos de que era necessário seguir à risca todos os conteúdos listados nos documentos e diretrizes. Desse modo, a aplicação prática em diversos projetos aflorou a necessidade de entendimento de conteúdos desde escala até sensoriamento remoto; desde placas tectônicas até a produção de globo terrestre com demonstração do relevo em impressora 3D; desde estudos sobre as formas de vida até a produção de estação meteorológica computadorizada; desde as células até produção de hortaliças em sistemas agroflorestais sintrópicos e agroecológicos. E assim por diante. 

Na palestra, detalhamos os resultados e também como essa forma de ensinar e aprender ensina o estudante a aprender a aprender como dizia Paulo Freire, de modo que, a despeito das importantes críticas sobre esse pensamento, é cada vez mais necessário despertarmos nos estudantes a melhor forma particular de aprendizagem, pois assim ele ganha o mundo e cada vez menos precisa das engessadas estruturas escolares. O tema, de fato, foi trabalhado sob a perspectiva da geografia, mas no bojo do processo de inovação de processo, no caso, inovação de processo pedagógico. Essa inovação viabilizou espaço e tempo para o afloramento das demais inovações, que foram as inovações de produtos apresentadas na referida palestra. Um demonstrativo segue no anexo. Percorremos, de fato, sobre nossa atuação, a luta por uma educação de vanguarda para posterior aplicação e inovação. Mais detalhes e informações podem ser acompanhados nas pranchas no anexo desse texto. A ideia de não terminá-lo é a possibilidade de gerar curiosidade e despertar o debate sobre os processos inovadores de viabilizar o conhecimento e a aprendizagem, tão caros em um mundo de inflexão ultraliberal em que o retrocesso já pode ser visto pela janela. 

Slides da apresentação








domingo, 16 de julho de 2017

UFJF ABRE 43 VAGAS PARA DOCENTES. SALÁRIOS DE ATÉ R$ 18 MIL




A Universidade Federal de Juiz de Fora lançou quatro editais que contemplam 43 oportunidades para professores do Magistério Superior, do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico e para o cargo isolado de Professor Titular-Livre do Magistério Superior. As chamadas foram abertas pela Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progepe) e publicadas no Diário Oficial da União (DOU). O vencimento básico é de R$ 2.236,29 (20h) e R$ 4.446,51 (40h) e pode chegar a R$ 3.305,07 (20h) e R$ 9.570,41 (40h), conforme titulação. No caso do professor titular o vencimento total é de R$ 18.895,71.
O edital 14.2017, para o Magistério Superior em Juiz de Fora, conta com 29 vagas de ampla concorrência e uma de ação afirmativa destinada a negros. Os cargos são designados para as seguintes unidades: Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (Departamento de Ciências Administrativas), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Departamento de Projeto, Representação e Tecnologia), Faculdade de Direito (Departamento de Direito Privado e Departamento de Direito Público Formal e Ética Profissional), Faculdade de Educação (Departamento de Educação), Faculdade de Engenharia (Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica), Faculdade de Letras (Departamento de Letras Estrangeiras e Modernas), Faculdade de Medicina (Departamento de Clínica Médica, Departamento de Internato, Departamento Materno Infantil e Departamento de Saúde Coletiva), Faculdade de Odontologia (Departamento de Clínica Odontológica), Faculdade de Serviço Social (Departamento de Fundamentos do Serviço Social e Departamento de Política e Ação do Serviço Social), Instituto de Artes e Design (Departamento de Artes e Design e Departamento de Música), Instituto de Ciências Biológicas (Departamento de Zoologia), Instituto de Ciências Exatas (Departamento de Ciência da Computação e Departamento de Estatística e Departamento de Física) e Instituto de Ciências Humanas (Departamento de Ciência da Religião, Departamento de Ciências Sociais e Departamento de História).
O regime de trabalho é de 40 horas semanais em tempo integral, com dedicação exclusiva e/ou gestão institucional, ou de 20 horas semanais em tempo parcial.
Já o edital 13.2017 oferta cargos de professor do Magistério Superior no campus Governador Valadares. São nove vagas de ampla concorrência. As oportunidades são para o Instituto de Ciências Sociais Aplicadas (Departamento de Administração) e para o Instituto de Ciências da Vida (Departamentos de Educação Física e de Medicina). O regime de trabalho também é de 40 horas semanais em tempo integral ou de 20 horas semanais em regime parcial.
E o edital 12.2017 conta com duas vagas para professor no Colégio de Aplicação João XXIII, em Juiz de Fora. Os cargos são destinados a professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico. Uma das vagas é para o Departamento de Ciências Humanas. A outra é para o Departamento de Letras e Artes. Duas vagas de ampla concorrência estão disponíveis. O regime de trabalho é de 40 horas semanais em tempo integral, com dedicação exclusiva.
Novo edital
Já para o edital 15.2017, específico para o cargo isolado de Professor Titular-Livre do Magistério Superior, são duas vagas. Uma delas é para a Faculdade de Medicina, no Departamento de Clínica Médica. A outra é para o Instituto de Ciências Humanas, no Departamento de  História. Para esse cargo, o vencimento total é de R$ 18.895,71.
Para se inscrever em qualquer um dos editais, o candidato deve acessar a página de Concursos Públicos da UFJF e preencher eletronicamente o Formulário de Requerimento de Inscrição (FRI), imprimir o documento e assinar. Caso o formulário seja assinado por um procurador, é necessário anexar uma procuração simples.
Em seguida, o candidato deve imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU) e fazer o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 150. O interessado pode ainda, pedir a isenção no próprio FRI – nesse caso, a guia não será gerada. O formulário e uma via da GRU, além de outros documentos previstos nos editais, devem ser entregues pessoalmente, por procurador ou via Correios.
As inscrições vão de 31 de julho a 21 de agosto. Outras informações sobre os locais de entrega e os salários previstos para cada uma das vagas, estão disponíveis nos editais.
Outras informações: (32) 2102-3929 – Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas

Fonte: Site da UFJF

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